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Zuckerberg mais "pobre" e fora da lista dos 10 mais ricos

O cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, não está mais entre os dez maiores bilionários do setor de tecnologia, revelou a agência “Bloomberg” nesta sexta-feira (3).

A fortuna do executivo de 28 anos caiu US$ 423 milhões na quinta-feira (2), quando as ações da maior rede social do mundo registraram queda de 4,02%, sendo cotadas a US$ 20,04. Ao longo do pregão de quarta (1), os papéis do Facebook chegaram a cair para menos de US$ 20 pela primeira vez.

Agora, Zuckerberg tem US$ 10,2 bilhões. Ele está US$ 400 milhões atrás de James Goodnight, cofundador da fabricante de software SAS Institute, que se tornou a décima pessoa mais rica do setor de tecnologia, de acordo com o “Índice de Bilionários” da Bloomberg.
A ação do Facebook já perdeu quase metade de seu valor desde que estreou na Nasdaq a US$ 38, em maio, na maior oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de uma empresa do Vale do Silício.

A fortuna de Zuckerberg é baseada nas 503,6 milhões de ações do Facebook que ele possui, incluindo 60 milhões de opções com preço de exercício de US$ 0,06 por papel. Ele também tem cerca de US$ 150 milhões em dinheiro e outros ativos líquidos.

Goodnight, de 69 anos, que fundou a SAS em 1976, tem US$ 10,6 bilhões. A empresa gerou receita de US$ 2,7 bilhões em 2011, um aumento de 12% em relação ao ano anterior. A SAS é avaliada em US$ 15,8 bilhões, segundo dados da Bloomberg.

O cofundador da Microsoft, Bill Gates, é o homem mais rico do setor de tecnologia, com um patrimônio líquido de US$ 61,6 bilhões, de acordo com o índice.

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Brasil lidera ranking de crescimento do Facebook



O Brasil lidera o crescimento do uso da rede social Facebook em todo o mundo, com alta de 146% no total de usuários no último ano. Em junho de 2012, o País alcançou 54 milhões de usuários ou 5,6% do total de usuários da rede social em todo o mundo. Os dados são parte de um documento entregue pela empresa à Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador americano equivalente à Comissão de Valores Imobiliários (CVM) brasileira.

De acordo com o documento, em junho de 2012, a rede social possuía 955 milhões de usuários ativos por mês em qualquer plataforma (web e dispositivos móveis), 29% a mais que no mesmo período do ano passado. Além do Brasil, Índia e Indonésia aparecem no ranking de países que apresentaram maior crescimento em número de usuários da rede social, com altas de 84% e 24%, respectivamente.



"Não é surpresa que o Facebook esteja crescendo tanto assim no Brasil", disse Alex Banks, vice-presidente da consultoria comScore para a América Latina. "Já vimos isso acontecer com os serviços de mensagens instantâneas, como o MSN Messenger e o Orkut, a primeira rede social popular no Brasil."

De acordo com dados da comScore, que considera internautas com seis anos ou mais que acessam a rede social a partir de casa e trabalho (apenas por meio de desktops e notebooks), a audiência do Facebook cresceu 71% entre junho de 2011 e junho de 2012. A rede social passou de 24 milhões de visitantes únicos para 42 milhões de visitantes únicos no período.

Segundo Banks, o tempo gasto pelos internautas no Facebook também aumentou. Em junho de 2011, cada visitante único ficava 1 hora e 35 minutos conectado à rede social por mês. Em apenas um ano, o tempo gasto pelos visitantes únicos aumentou quase quatro vezes, chegando a 7 horas e 56 minutos por mês (os dados da comScore incluem apenas visitantes únicos com acesso a partir de desktops e notebooks).

Brasil impulsiona uso no celular

O forte crescimento do Brasil, segundo o documento divulgado pelo Facebook, também ajudou a rede social a aumentar em 67% o número de usuários que acessam a rede pelo menos uma vez por mês por meio de dispositivos móveis, como celulares e tablets. O documento também mostra que 543 milhões de pessoas acessaram a rede social por meio de um dispositivo móvel em todo o mundo - 56,8% do total de pessoas que acessam o site por meio de qualquer plataforma.

Além do Brasil, Estados Unidos e Índia também registraram os maiores índices de crescimento em usuários móveis ativos por mês. "Esses países foram as fontes principais do crescimento móvel do Facebook no período analisado", informa a empresa, no documento.


A parcela de usuários móveis que acessam a rede social unicamente por meio do celular também cresceu 23%, passando de 83 milhões, em junho de 2011, para 102 milhões em junho de 2012. O número de usuários que acessam o Facebook apenas por meio do celular representa 10,6% do total de usuários ativos por mês da rede social (em qualquer plataforma).

Trajetória de sucesso

Os números oficiais do Facebook mostram o crescimento vertiginoso da rede social no País. Em setembro de 2011, o Facebook ultrapassou o Orkut em número de visitantes únicos no Brasil, único país onde a rede social do Google era líder de mercado. Desde então, o número de usuários não para de crescer. "As visitas ao Google+ oscilaram muito neste primeiro ano, não é uma trajetória de crescimento sempre ascendente como a do Facebook", disse Wladimir Chagas, gerente da consultoria Experian Hitwise.

O Brasil também é apontado como segundo país com maior quantidade de usuários do Facebook, atrás apenas dos Estados Unidos. Dados da consultoria SocialBakers, especializada em marketing para redes sociais, mostram que o Facebook ganhou mais de 16 milhões de usuários no Brasil nos últimos seis meses, um crescimento de 42,5% no período. No total, segundo a SocialBakers, o Facebook tem 54.039.140 usuários no Brasil.

Para Banks, da comScore, a curva de crescimento do Facebook no Brasil ainda tem um longo caminho pela frente. Atualmente, a comScore estima que a rede social alcance 80% dos internautas brasileiros. “O site ainda tem espaço para crescer, pois o alcance ainda é menor do que da busca do Google”, diz Banks.

A estimativa de Banks é de que o Facebook alcance, em alguns anos, cerca de 95% dos internautas do Brasil, índice de alcance já registrado pela rede social em alguns países, como Estados Unidos. “Chegaremos a um ponto em que todos estarão usando o Facebook no Brasil.”




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Sabia que o bina foi inventado por um brasileiro?



Se hoje você pode atender a alguma ligação já sabendo quem está do outro lado, deve se lembrar de que há algumas décadas isso não era uma possibilidade. Pelo menos até que o aparelho Bina chegasse ao mercado brasileiro, prometendo acabar com as dúvidas na hora em que alguém precisava atender o telefone (e também fazendo com que algumas pessoas não atendessem, justamente por saberem quem estava chamando, não é mesmo?).

O aparelho foi batizado no início dos anos 1980, quando o inventor Nélio José Nicolai registrou as patentes do dispositivo. O problema é que, desde as primeiras unidades do Bina, Nicolai sofreu alguns golpes de sócios e parceiros. Isso inclui a quebra de contrato de uma empresa brasileira que passou a importar tecnologia estrangeira para os mesmos fins – um fato que não resultou em pagamento de multa e nem em royalties pelas patentes utilizadas.

Entre as diversas ações que Nicolai moveu, uma das mais controversas é contra a Ericsson, que utilizou a mesma tecnologia que ele e pediu a anulação da patente do brasileiro. A empresa conseguiu até mesmo que o Instituto Nacional de Propriedade Industrial revogasse a patente do Bina em alguns momentos, o que causa ainda mais confusão para quem está envolvido no caso e revolta para os defensores do brasileiro.


O que acontece se ele vencer?



No Brasil, as patentes têm validade de apenas 20 anos, e a de Nicolai vence este ano. Mesmo assim, os pagamentos devem ser retroativos e, independente de quando o resultado sair, se for favorável ao brasileiro, ele vai ficar rico. Calcula-se que os valores possam chegar aos 185 bilhões de reais, pois são 20 anos de uso indevido da tecnologia por diversos produtos e empresas.

Como relata a Revista Galileu (autora da matéria completa), Nicolai precisa muito do dinheiro, pois já foi obrigado a vender três apartamentos para pagar os honorários de seus advogados – vale lembrar que ele está na justiça há 14 anos – e sustentar sua família. Ainda não há previsão da decisão final da justiça.


Fonte: Revista Galileu

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Mantega diz que não vai 'tolerar' demissões em setores com IPI baixo



O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta-feira (3), por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai "tolerar" o descumprimento dos acordos de não demissão nos setores beneficiados por redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), entre eles o automotivo e o de linha branca (máquinas de lavar, geladeiras e fogões).

O recado foi dado um dia antes da reunião entre representantes da General Motors (GM) e do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, previsto para este sábado (4), com o intuito de discutir eventuais demissões oriundas do fechamento do setor MVA (Montagem de Veículos Automotores) na cidade - que teria como consequência o fechamento de 1.500 postos de trabalho.

Reunião com a Anfavea
Nesta quinta-feira (2), o ministro Mantega já havia se reunido com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Bellini.

O ministro também se encontrou com representantes da GM, e avaliou, na última terça-feira, que empresa estaria realizando mais contratações do que demissões – e que, portanto, estaria cumprindo o compromisso com o governo federal de manter o nível de empregos.

A própria presidente da República, Dilma Rousseff, já havia reclamado publicamente das eventuais demissões em setores favorecidos pelo IPI baixo autorizado pelo governo.

Em nota divulgada na última terça-feira (31), porém, o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região criticou as declarações de Mantega. "[O] ministro faz estas afirmações sem o mínimo cuidado de ouvir a outra parte, o sindicato dos trabalhadores. Dessa forma, diminui a si próprio, assumindo o papel de mero porta-voz da GM", diz o texto.

IPI reduzido
Em maio, o tributo foi reduzido para proporcionar melhores condições para a indústria em meio à crise financeira internacional – que tem derrubado as previsões de crescimento de todas as economias. A redução do IPI proporcionou recordes nas vendas em junho e julho.

O benefício vale até o fim de agosto. Recentemente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o tributo reduzido não deve ser prorrogado. Entretanto, como a produção industrial ainda não mostrou uma reação mais forte, analistas não descartam uma nova prorrogação.



Alíquotas do IPI


Para a aquisição de automóveis, as empresas que estão instaladas no Brasil tiveram seu IPI para carros de até mil cilindradas (1.0) reduzido de 7% para zero até o fim de agosto deste ano. Para carros importados de fora do Mercosul e México, a alíquota recuou de 37% para 30%.

Para veículos de mil cilindradas (1.0) a duas mil cilindradas (2.0), a alíquota para carros a álcool e "flex" (álcool e gasolina), para empresas instaladas no Brasil, foi reduzida de 11% para 5,5%. Para os carros importados, a alíquota será reduzida de 41% para 35,5%.

Já para carros a gasolina de mil a duas mil cilindradas, o IPI caiu de 13% para 6,5% para carros produzidos no Brasil e de 43% para 36,5% para veículos de fora do Mercosul e México. No caso dos utilitários, a alíquota foi reduzida de 4% para 1% (empresas instaladas no país) e, para carros importados, recuou de 34% para 31%.

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Tim, Oi e Claro voltam a vender chips à partir de hoje



Depois de 11 dias de proibição, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta quinta-feira a liberação da venda de novas linhas de celulares e internet das operadoras TIM, Claro e Oi a partir destas sexta-feira (3). Mas disse que vai fiscalizar trimestralmente o cumprimento de exigências de melhoria impostas às empresas. O próximo relatório será divulgado em novembro, após as eleições.

Os parâmetros usados nas próximas avaliações serão três: qualidade no atendimento aos clientes nas centrais telefônicas (call center), queda do número de ligações interrompidas e o cumprimento de taxas de transmissão de dados e voz. Se as metas não forem atendidas, a Anatel diz que pode retomar a suspensão.

No caso de 84 cidades com mais de 300 mil habitantes, segundo João Batista Rezende, presidente da agência, o acompanhamento será feito “antena por antena”. Rezende prometeu ainda aumento do número de atendentes nos call-centers, que deverão ter melhorias em 15 dias. "No caso do call center, é possível resolver no curtíssimo prazo", afirmou.

As vendas foram proibidas pela Anatel no dia 23 de julho, como forma de punição pela má qualidade dos serviços prestados. Como exigência para a liberação, as operadoras tiveram que apresentar planos de investimentos na qualidade da rede e no atendimento aos clientes. A TIM foi proibida de vender em 18 estados e no Distrito Federal, a Oi, em cinco, e a Claro, em três.

Investimento

Segundo a agência, os planos de investimentos apresentados pelas empresas para melhoria dos serviços somam R$ 20 bilhões até 2014. O valor é R$ 4 bilhões maior que o previsto anteriormente.

Este aumento nos investimentos deve ser viabilizado por antecipação ou remanejamento de outros gastos, segundo a Anatel.

Os planos aprovados pela agência somam R$ 8,2 bilhões pela TIM, R$ 6,3 bilhões pela Claro, R$ 5,5 bilhões pela Oi.

Atendimento

Rezende disse ainda que o serviço oferecido aos usuários deve começar a melhorar em um período de quatro a seis meses: "vamos acompanhar a qualidade diariamente, e não só daqui a três meses. Evidente que vamos apertar o 'parafuso' trimestralmente, caso as empresas não estejam evoluindo em seus compromissos estabelecidos com a agência".

Em nota a imprensa, a Oi considerou “positiva” a decisão da Anatel. Da mesma forma, a Tim distribuiu texto em que afirma ter assumido compromisso com a execução do Plano de Ações de Melhoria da Prestação de Serviço Móvel da Anatel.

* Com Agência Brasil e Agência Estado e Valor Online

Fonte: Último Segundo

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Nokia diz adeus à sua terra natal



Com a sua última fábrica em solo finlandês fechada, Nokia afirma que para concluir o seu plano de reestruturação, anunciado em junho deste ano, mais de 3.700 funcionários finlandeses serão demitidos, além de outros mais de 10 mil em todo o mundo, concluindo todo o planejado em meados de setembro.

A fabricante já foi considerada a maior do mundo no segmento de celulares, mas a feroz concorrência e a sua insistência em investir num sistema operacional ultrapassado, o Symbian, fizeram a Nokia à dar sua última cartada, cortando custos e fazendo parceria com a Microsoft e seu Windows Phone 7 (em breve, 8).

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Apple adquire empresa que se destaca no ramo de segurança




No início do dia de hoje (27), a Apple fez um anúncio de compra da empresa de segurança AuthenTec, focada no ramo de hardware e software para computadores e aparelhos móveis. A Authentec é conhecida por fabricar sensores biométricos de impressão digital para a Samsung e outras empresas.

Com o valor pago por ação cravado na marca de U$8, foi alcançada a cifra de compra total de U$356 milhões.

Com a compra, a empresa comandada por Tim Cook terá os direitos sobre uma série de patentes que antes eram da AuthenTec, além de pagar apenas U$20 milhões para o uso de licenças que não eram exclusivas da empresa comprada e a possibilidade de chegar a uma negociação final cotada em U$115 milhões para a aquisição definitiva delas.

E não era somente a Samsung Eletronics sua única grande cliente. Entre outros poderosos estavam: Cisco, Fujitsu, HBO, Lenovo, LG, Motorola e por aí vai.

O site da AuthenTec saiu do ar para dar lugar a um aviso de compra/venda.

Fonte: Reuters, AuthenTec



EDITADO ÀS 12:22, 27/07/2012

Na verdade, o site da AuthenTec não saiu do ar. Foi apenas um equívoco do editor quando tentou
acessa-lo



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Sai o primeiro resultado financeiro do Facebook



     


O Facebook anunciou nesta quinta-feira (26) os resultados financeiros para o trimestre finalizado em 30 de junho. A companhia teve prejuízo líquido de US$ 157 milhões no período, ou US$ 0,08 por ação. No mesmo período do ano passado, a empresa havia registrado lucro líquido de US$ 240 milhões.

Em relação aos resultados operacionais, que estão relacionados à atividade principal da empresa, o Facebook registrou prejuízo de US$ 743 milhões no segundo trimestre deste ano comparado a um lucro operacional de US$ 407 milhões em igual período do ano passado.

A receita anunciada foi de US$ 1,18 bilhão, um aumento em relação aos US$ 895 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Do total de receita informado, US$ 992 milhões vieram de publicidade --84% do total.

A rede social informou que encerrou o mês de junho com 955 milhões de usuários ativos --um aumento de 29% em relação ao ano passado. O número dos que acessam o Facebook por meio de dispositivos móveis cresceu 67% ao longo de um ano e atingiu 543 milhões no mês passado.
Quem lê o título, imagina logo uma fortuna ganha. Mas nem foi bem assim que aconteceu.



Em seu comunicado sobre os resultados financeiros, o Facebook ressaltou os produtos criados pela rede social no último trimestre, incluindo um aplicativo para celulares focado em fotos e as mudanças feitas no programa da rede social para aparelhos com Android.

Também foi no trimestre finalizado em junho que o Facebook fez a aquisição do aplicativo de fotos Instagram, por US$ 1 bilhão. Durante o período, a rede social também fez um acordo com o Yahoo, para finalizar o processo sobre patentes envolvendo as duas companhias.

“Nosso objetivo é ajudar cada pessoa a continuar conectada e que cada produto seja uma ótima experiência social”, disse Mark Zuckerberg, cofundador e CEO da rede social, segundo comunicado divulgado. “É por isso que estamos focados em investir no mercado móvel, em plataforma e em anúncios sociais.”

Após a divulgação do balanço fiscal, as ações do Facebook iniciaram uma trajetória de queda. Por volta das 17h20 as ações da empresa recuavam em torno de 8%.

É a primeira vez que o Facebook anuncia seus resultados financeiros desde que se tornou uma empresa pública, em 18 de maio.

O Facebook foi fundado em 2004 e afirma ter a missão de tornar o mundo mais aberto e conectado.

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Facebook e Zynga vêm suas ações descendo pelo ralo nesta véspera de final de semana




A quinta-feira não foi nada agradável para a maior rede social do mundo e também, é claro, para o seu fundador, Mark Zuckerberg.

Segundo o site da EXAME, as ações do Facebook chegaram a cair cerca de 10 por cento. Já as do Zynga, empresa por trás do desenvolvimento dos jogos de maior sucesso da rede social, despencaram incríveis 40 por cento. O motivo da queda foi a decepção dos acionistas ao constatar baixo desempenho da empresa e prejuízo de cerca de 22 milhões de dólares, enquanto que no mesmo período do ano passado a empresa lucrava 1,4 milhão. Um dos analistas chegou a pedir desculpas para o mercado.

Para quem não sabe, o Zynga é responsável por 18 por cento de toda a receita do Facebook, motivos suficientes para fazer Mark ir para cama bem preocupado esta noite.

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7 celebridades que investem em empresas de tecnologia





Famosos não contentes com as suas já grandiosas fortunas investem em variadas áreas para abocanhar uma quantidade ainda maior de dinheiro


Engana-se quem pensa que celebridades vivem de fofocas e escândalos nas primeiras páginas dos tabloides. Ultimamente, muitas têm aproveitado para investir suas fortunas em outras áreas, como empresas de informática e tecnologia. Afinal, a fama não dura para sempre, certo?

Confira, na lista a seguir, algumas celebridades que andam apostando em startups e empreendimentos tecnológicos nos últimos tempos.

1. Lady Gaga investe em música online

A internet revolucionou a nossa relação com a música. Hoje, muitos estão dispensando as mídias físicas a favor de arquivos digitais ou conteúdo via streaming, sem falar em serviços como Last.fm e Ping, que agregam um fator ainda mais social ao hábito de ouvir músicas. Talvez por isso tudo, artistas como Lady Gaga e Kanye West não pretendem ficar de fora dessa remodelação pela qual está passando a indústria.

Recentemente, Gaga e West investiram US$ 7,5 milhões (RS$ 15,3 milhões) no Turntable.fm, uma espécie de sala de bate-papo com música em que os participantes podem bancar o DJ do chat. Por enquanto, o serviço está disponível apenas nos Estados Unidos e, em agosto do ano passado, cerca de 300 mil pessoas já haviam aderido à novidade.



2. Leonardo DiCaprio investe na mídia visual

Pelo visto, esse é mais um caso em que a celebridade procura investimentos que apresentem alguma afinidade com sua profissão. Depois de fazer muito sucesso nas telas de cinema do mundo todo, Leonardo DiCaprio investiu US$ 4 milhões (R$ 8,1 milhões) na plataforma Mobili, um serviço online usado por quem gosta de compartilhar imagens e vídeos com amigos, parentes e até mesmo desconhecidos.





3. Timberlake e realidade aumentada

Justin Timberlake tem investido pesado na internet. Em 2010, foi a vez de o cantor apoiar o Stipple, um serviço de compartilhamento de imagens que permite, inclusive, que os membros lucrem alguns trocados com as suas fotos. Depois, Timberlake investiu no MySpace, rede social que já foi muito popular entre músicos e que, ultimamente, tem perdido público.





Mas o último investimento do ator foi com a Dekko, uma empresa fundada em maio de 2001 e que desenvolve games e aplicativos com o propósito de usar a realidade aumentada para misturar um pouco de ficção na vida real.



4. Will Ferrell investe no humor online

Em 2007, Will Ferrel inaugurou o site “Funny or Die”, em que reúne vídeos de algumas esquetes realizadas pelo ator e seus colegas. A página estreou com “The Landlord”, pequeno filme protagonizado pela própria filha de Ferrell que, apesar de ter 2 ou 3 anos de idade, interpreta uma locatária bêbada e violenta, que tenta cobrar o aluguel atrasado do próprio Will Ferrell.




Esse vídeo foi visto quase 80 milhões de vezes e chegou até a ganhar continuação no site criado pelo comediante. Hoje, o Funny or Die permite o upload de conteúdo e alguns tipos de interações com outros membros do site, como votar nos filmes mais engraçados.


5. Ashton Kutcher: a estrela das startups

O novo astro de Two and Half Men, Ashton Kutcher, é, sem dúvida, a celebridade que mais investe em empresas iniciantes. No total, são mais de 10 companhias, que incluem Foursquare, GroupMe, Flipboard, Milk, Airbnb, Blekko e outras.







6. M.C. Hammer fracassou?

É claro que, no mundo dos investimentos, os negócios nem sempre dão certo. O famoso rapper M.C. Hammer, que já embalou as noites de muita gente com o sucesso “U Can’t Touch This”, investiu seu dinheiro em pelo menos duas iniciativas na internet: o mecanismo de busca de informações relacionais WireDoo e a rede social de pessoas que gostam de dançar, conhecida como DanceJam. Porém, os dois projetos foram interrompidos e, hoje, apresentam apenas uma mensagem de alerta para o visitante.




7. Kim Kardashian e seu clube de sapatos

Imagine um clube de compras de artigos femininos. Todo mês, estilistas selecionam os sapatos, bolsas e joias de acordo com o seu estilo, facilitando assim a compra. Nada de filas, itens indesejáveis e sequer a necessidade de procurar uma vaga para estacionar. É isso que a estilista Kim Kardashian ajudou a criar.




O Shoedazzle é um site que personaliza a oferta de produtos de acordo com um pequeno questionário respondido por quem se cadastrar na página. Caso receba o item e acabe não gostando, não tem problema: o produto pode ser devolvido, assim como o dinheiro. Outro diferencial é o fato de que os produtos possuem preços a partir de US$ 40 (R$ 81), o que torna tudo mais atraente. Porém, não adianta ficar animada: o Shoedazzle está disponível apenas para os Estados Unidos e o Canadá.


Fonte: Tecmundo